Obras Primas (1935)
(Filhos do Racional Superior)

Autores: RACIONAL SUPERIOR e Filhos do RACIONAL SUPERIOR

Falando: “Rio de Janeiro, Brasil. Em 1935 a natureza mudou de fase. O verdadeiro Deus identificou-se como Francisco de Assis para não chocar seus filhos.”

Evoluindo os princípios do mundo na escuridão
Tenda Espírita Francisco de Assis, redenção!
Rua Lopes da Cruz, Rio de Janeiro
Salve o porta-voz Manoel Jacintho Coelho

Mensagens em grego, latim, hebraico
Mensagens transmitidas em português arcaico
Daqui pra frente não é mais Ricardo ou Luiz
É o RACIONAL SUPERIOR como Francisco de Assis

“E ái daquele vivente que não quiser ouvir
O que nos faz sentir Francisco de Assis
Coitado de quem depois da libertação
For em desencontro do que tem em mãos

Serão mutilados por vastas encarnações
Dívidas amargas por falta de atenções
Quem tem dívida não é perdoado
No resgate da tortura destes bravos

Nas sombras do céu dourado, condenados
Plantaram o globo dos quadrados
Sigam o que diz para o perdão chegar
Perdão pra quem souber amar

Construindo o lema da salvação
Segue avante, não traz destruição
Forasteiros da terra de luzes apagadas
Forasteiros das histórias mal contadas

Histórias funestas, peregrinagens
Sem dar prova, sem ver nada adorando imagens
Obedecendo a sinagogas de fingidos
Hipocrisia, idolatria de falsos Livros!

Caminhos curvos, fechados de ilusões
O que vale vossa educação nessas condições
O passado que reina em todos vós
O que buscam não alcançam e ficam sós

Fica preso para as dívidas pagar
Escravo quando nasce e ao se transformar
Feras do manto negro de Judas
Protestam as suas próprias culpas

São de um trecho aprofundado pela expansão
Expansão do livre arbítrio: devassidão!
Não merecem a preciosa salvação
Ninguém pode ser salvo nessa situação

Não seja fraco por causa dos seus vícios
Com o tempo certo, serão extintos
Persistência para o mérito da luz
Força amor eterno que a vida conduz

Guias superiores condecorados
Nunca veio aqui espírito elevado
Irmanados de porta vozes condenados
Condenados às trevas do passado

Irmandade não vingou, no nascedouro ficou
Amam a orfandade como uma flor
Suspiros inconscientes na terra quente
Devoram uns aos outros iguais a serpente

Morre na esperança, não sabe o dia
Chega a morte, termina a hipocrisia
Filhos ingratos não sabem aonde vão
As dores esperam com bom coração

Por serem ruins, sem atenção
Atenção filhos, para a salvação
Não sou embusteiro, tenho compaixão
Veja a degradação no meio dos irmãos

Não se entendem, nem poderão
Vivem os irmãos na ambição
O dinheiro vale, a salvação vale mais
Não dão ouvidos ao caminho do PAI

Deixai a ambição, prestai atenção
Ambição que vale é da salvação
Fique longe da ambição da ilusão
Ilusão da mais negra escuridão

Sem saber porque sofrem, encarcerados
Doença fatídica dos encantados
Ideal em ruínas do ferino sábio
Catinguento amordaçado pelo passado

Sabichões sofrem toda vida
Envaidecidos no estudo da ciência
Triunfam dores de aflição
Materialistas encantados preso no chão

Batismo escuro não traz salvação
Não traz a luz, somente traz escuridão
Mantém as trevas do sofrer em vão
Joga todos dentro da destruição”