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A natureza cantou
Como faz a lira agora
E a folia ganhou
O nosso Mestre
Ao romper da aurora
Sua obra hoje é arte
No estandarte meu
Seu passado é um poema
Alegria no seu lema
No Matoso ele nasceu
E o samba vem
Cobrir de branco a avenida
Samba quem tem
Amor demais por esta vida
Lá no céu a lua cheia
Clareia a imensidão
Poesia ele semeia na avenida
Que guardo no meu coração
(Marcando glórias)
Marcando gloria do tempo
Ele se fez o maior
Com a sua liberdade
Na tristeza deu um nó
E hoje, Manoel Jacintho é minha canção
E no gingado da morena
Levanta a poeira no chão
Vai subir poeira até o sol raiar
Quem gosta da brincadeira
Vem pro samba e vem sambar
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